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	<title>Dicas &#8211; Grupo SÓPECAS</title>
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	<description>Ligou, Chegou!</description>
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		<title>8 cuidados essenciais com os freios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2020 19:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Freio]]></category>
		<category><![CDATA[Manutenção]]></category>
		<category><![CDATA[Mecânica]]></category>
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					<description><![CDATA[A obrigatoriedade do ABS ainda não acabou com a presença de outros tipos de freios nos veículos que circulam pelas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A obrigatoriedade do ABS ainda não acabou com a presença de outros tipos de freios nos veículos que circulam pelas ruas brasileiras. E todos eles precisam de manutenção para garantir seu bom funcionamento.</p>
<p>Ainda é grande o número de veículos sem freios ABS em circulação por todo o país. Isso acontece porque a obrigatoriedade do sistema é recente.</p>
<p>É de 2011 a resolução do CONTRAN que determinou que os veículos fabricados a partir de 2014 devem possuir o sistema de freios ABS. A determinação vale para todos os veículos, inclusive os importados.</p>
<p>Motos com menos de 300 cc podem ser equipadas com freios ABS ou CBS, que distribui a frenagem proporcionalmente nas duas rodas. Para motos com mais de 300 cc é obrigatório o ABS.</p>
<p>Obviamente, a maioria dos veículos fabricados antes de 2014 ainda não contam com este tipo de freio. Eles ainda contam com freios a tambor e freios a disco.<br />
Como utilizar corretamente os freios de seu carro</p>
<p>Qualquer que seja o tipo, para que os freios dos veículos apresentem bom funcionamento é preciso tomar os seguintes cuidados:</p>
<ul>
<li>Freie suavemente. Isso evita desgaste precoce e empenamento;</li>
<li>Não freie nas curvas. O ideal para não perder o controle do veículo é reduzir a velocidade antes de entrar na curva.</li>
<li>Use freio motor. O uso do freio motor em declives evita superaquecimento e ajuda a economizar combustível.</li>
<li>Não use o freio com o motor desligado. Com o motor desligado, a câmara de vácuo não funciona.</li>
<li>Fique atento aos desgastes. Sinais sonoros (barulho estridente) e visuais (indicações no painel) podem auxiliar o condutor a detectar desgastes das pastilhas.</li>
<li>Verifique os fluidos de freio. Esse componente é essencial para o funcionamento do sistema e deve ser substituído conforme orientação do manual do veículo.</li>
<li>Faça a manutenção. Respeite os prazos, observando o tempo médio de duração dos componentes para realizar substituições.</li>
<li>Procure mecânicos profissionais. Só a manutenção profissional e a utilização de peças de qualidade podem garantir sua segurança ao trafegar.</li>
</ul>
<h2>Tipos de freios</h2>
<p><strong>Cada tipo de freio tem sua particularidade. Os cuidados acima são necessários para evitar que o sistema pare repentinamente de funcionar, colocando em risco a sua segurança no trânsito.</strong></p>
<p>Em qualquer caso é necessário ter o mínimo de conhecimento e habilidade. Abaixo falamos um pouco mais sobre as particularidades de cada sistema.<br />
Freio ABS</p>
<ol>
<li><strong>O freio ABS</strong> (Anti-lock Braking System) é a mais avançada tecnologia de travamento de rodas utilizada comercialmente. Ela evita o bloqueio das rodas se o pedal for acionado com força.O sistema foi projetado para evitar derrapagens. Para isso, conta com válvulas, sensores de velocidade e bomba.É tudo integrado a uma unidade de controle, que modula a rotação das rodas individualmente. Assim, a frenagem é feita de forma automática, controlada e harmonizada. O sistema eletrônico passou a ser obrigatório devido à alta frequência de acidentes causados por derrapagens e perda de aderência ao solo.</li>
<li><strong>Freio a disco</strong><br />
De funcionamento similar ao freio a tambor, o freio a disco se diferencia, como o próprio nome diz, pela presença de um disco no sistema. A peça tem o objetivo de aumentar a eficiência nas frenagens por meio da transformação da energia cinética (movimento do carro) em calor (esquentando o disco através do atrito).</li>
<li><strong>Freio a tambor</strong><br />
o Freio a tambor é caracterizado por um sistema hidráulico de funcionamento. Bastante antigo, ele é acionado através de um fluido, transmitido do pedal às rodas. A parada ou redução de velocidade é controlada pela pressão exercida pelo condutor no pedal. O nome vem do fato de que um tambor de ferro é utilizado no sistema.</li>
</ol>
<h1>Evite riscos à sua segurança</h1>
<p>Agora você já sabe tudo o que precisa sobre freios. Também sabe que o freio ABS é o mais seguro, mas tanto o freio a disco quanto o freio a tambor também são seguros se submetidos a uma correta manutenção.</p>
<p>Falhas no sistema de freios estão entre as maiores causas de acidentes, e também são responsáveis pelos acidentes mais graves devido à velocidade de impacto.</p>
<p>Mas não precisa ter medo! Basta fazer revisões frequentes, providenciar a manutenção quando necessário e seguir as dicas apresentadas neste artigo para aumentar a vida útil e diminuir as chances de falhas em seu sistema de freios.</p>
<p>E para mais dicas sobre segurança no trânsito continue acessando nosso blog!</p>
<p><strong>fonte</strong>: <span style="color: #000080;"><em>https://icetran.com.br/blog/8-cuidados-essenciais-com-os-freios/</em></span></p>
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		<title>Claviculário: como organizar as chaves dos serviços para clientes?</title>
		<link>https://gruposopecas.com.br/claviculario-como-organizar-as-chaves-dos-servicos-para-clientes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 12:41:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Oficina]]></category>
		<category><![CDATA[Organização]]></category>
		<category><![CDATA[chave]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[organização]]></category>
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					<description><![CDATA[Claviculário de chaves automotivas. Para qualquer negócio dar certo, é imprescindível ter muita organização. Manter o espaço limpo, seus documentos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="jeg_featured featured_image">
<p class="wp-caption-text">Claviculário de chaves automotivas.</p>
</div>
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<div class="theiaStickySidebar">Para qualquer negócio dar certo, é imprescindível ter muita organização. Manter o espaço limpo, seus documentos em pastas e ter uma agenda para se guiar durante o dia são algumas das práticas que todo ambiente de trabalho deve ter. Essas ações simples otimizam a produtividade, além de deixar o ambiente mais agradável.</div>
</div>
<div class="entry-content no-share">
<div class="content-inner ">
<p>Quando estamos lidando com o cliente, a organização é ainda mais importante, pois ele cria valores sobre o serviço conforme o que é visto no relacionamento com a empresa. Para os <strong>chaveiros</strong>, existe um armário feito para facilitar ao guardar as chaves dos clientes em local seguro e de forma ordenada.</p>
<p>Confira, agora, o que é o claviculário e como ele vai ajudar você a estruturar melhor os serviços!</p>
<h2>Afinal, o que é o claviculário?</h2>
<p>Com esse nome um tanto diferente, na primeira vez que se ouve, podemos até achar que se trata de um equipamento médico. Mas, na verdade, o claviculário é um armário desenvolvido para manter as chaves em ordem. Esse item é primordial para garantir qualidade no seu serviço.</p>
<p>Imagine entrar em uma <strong>loja de chaveiro</strong>, solicitar um serviço e, ao buscar as chaves, descobrir que elas foram trocadas com as de outro cliente? Situação bem complicada, não é mesmo? Para evitar que cenas assim aconteçam e prejudiquem o andar do seu negócio, o claviculário dispõe de ganchos, em que você pode pendurar cada chave.</p>
<h2>Como identificar as chaves?</h2>
<p>Não basta somente deixar as chaves dispostas nesse armário. Afinal, elas estarão seguras, porém, ainda, sujeitas a algum equívoco e serem trocadas. Para isso, é preciso adotar boas práticas que facilitem a identificação do usuário dessas chaves. Abaixo, contamos para você as principais dicas para usar na organização das suas chaves. Vamos lá?</p>
<h3>Separe por etiquetas</h3>
<p>Para otimizar a sua produtividade e a percepção do seu cliente ao realizar um serviço no seu negócio, você deve identificar as chaves assim que as recebe. Acople um chaveiro com espaço para etiqueta nas chaves e, assim que o cliente as deixar com você, identifique-as. É interessante inserir os seguintes dados:</p>
<ul>
<li>nome do cliente;</li>
<li>telefone para contato;</li>
<li>data e hora de atendimento;</li>
<li>tipo de serviço;</li>
<li>prazo para entrega.</li>
</ul>
<p>Com essas informações dispostas de forma fácil à sua vista, você consegue gerenciar melhor o seu trabalho ao longo do dia. Ainda, reduz muito as chances de acontecer o extravio de chaves, por exemplo.</p>
<p>Você pode fazer essas etiquetas de forma manual mesmo, à caneta, ou pode ter uma impressora e papel próprios para a impressão desse tipo de material: basta inserir as informações no programa de edição de texto, imprimir e colar a etiqueta no chaveiro.</p>
<p>A escolha de como fazer esse procedimento vai depender do quanto você pode investir ou, até mesmo, do que fica mais prático para você. Dependendo, às vezes, é muito mais rápido escrever as informações manualmente. Mas, não deixe de confirmar os dados com o seu cliente.</p>
<h3>Diferencie por cores</h3>
<p>Outra forma muito eficaz para organizar as chaves no claviculário é diferenciá-las por cores. Você pode fazer isso pelo tipo de serviço, pelo dia que deve ser entregue ao cliente ou até pelo tipo de chave, se é automotiva ou comum.</p>
<p>Para definir qual classificação você vai usar, é preciso entender também o volume de serviços que você tem. Principalmente, ver em quais serviços você pode ter problemas recorrentes. Assim, você cria a sua organização conforme as suas dificuldades enfrentadas no dia a dia.</p>
<h3>Use dois claviculários</h3>
<p>Ter dois ou mais claviculários é uma boa forma de manter a organização das chaves. Ainda mais se você oferece vários serviços, como a cópia de chaves comuns, chaves treta, <strong>automotivas</strong> — podendo ser mecânica, codificada ou canivete.</p>
<p>Você pode ter um claviculário para cada tipo de chave, por exemplo. Isso vai facilitar muito a sua rotina, sem contar que transmite profissionalismo para o cliente ao ver a sua organização.</p>
<h3>Classifique por etapa</h3>
<p>Citamos várias formas de classificar a sua chave, mas ainda há uma que você pode usar em integração com outras maneiras de separação. É interessante organizar as chaves pela etapa em que elas se encontram.</p>
<p>Por exemplo, você pode usar as etiquetas para incluir as informações dos clientes, as cores do chaveiro para identificar o tipo de serviço e colocá-las em claviculários diferentes, se o serviço estiver pendente ou concluído.</p>
<p>Imagine que <strong>experiência legal para o cliente</strong>, ao ir buscar as chaves, e se deparar com um armário organizado com aquelas que já estão com o serviço concluído? O cliente informará o nome dele, você conferirá no seu controle e só recolherá as chaves no claviculário. Passa mais credibilidade, não é mesmo?</p>
<h3>Tenha um relatório</h3>
<p>Você pode adotar todas as outras dicas acima, mas caso não faça um registro por escrito da entrada e saída de chaves, ainda podem acontecer falhas e queimar o seu negócio. Quando falamos de controle, organização e atendimento ao cliente, é importante ter as informações na ponta da língua para oferecer as soluções ao comprador rapidamente.</p>
<p>Além disso, com um relatório, você será capaz de identificar quais são <strong>os produtos mais procurados no seu negócio</strong>, quais os dias que têm mais demandas, qual o tempo médio para a execução de um serviço etc. Assim, fica mais fácil fazer uma compra de estoque, organizar sua rotina, informar ao cliente um prazo médio para finalização do serviço e, ainda, poder aumentar mais a sua produtividade.</p>
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</div>
<p>Você pode fazer os seus relatórios em um caderno de entradas e saídas ou pode usar planilhas de computador para fazer o registro. O bom dessas planilhas, como as de Excel, é que com os dados todos inseridos lá, você pode criar gráficos. Essa forma de visualizar informações vai ajudar a ler melhor como é o seu negócio.</p>
<p>O claviculário é um item que não pode faltar para aqueles que atuam como chaveiro. Manter a organização, agilizar os processos e passar uma boa percepção para os clientes são boas práticas que atuam diretamente nas suas vendas. Ou seja, quanto mais ordenado for o <strong>seu espaço de trabalho</strong>, menos tempo você gasta procurando equipamentos e, ainda, conquista a confiança do seu cliente.</p>
</div>
<p><span style="color: #000080;"><em>fonte: https://chiptronic.com.br/blog/claviculario-como-organizar-as-chaves</em></span></p>
</div>
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		<title>Dicas de Higienização do Veículo &#124; COVID-19</title>
		<link>https://gruposopecas.com.br/dicas-de-higienizacao-do-veiculo-covid-19/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2020 13:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[higiene]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Esqueça ônibus, hoje o carro é o meio de transporte mais seguro. Mas só isso não basta. É preciso ter]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Esqueça ônibus, hoje o carro é o meio de transporte mais seguro. Mas só isso não basta. É preciso ter cuidados adicionais: a higienização do carro é fundamental para evitar a propagação e contágio do novo coronavírus (Covid-19). Também é preciso atenção para não estragar os plásticos que abundam o interior dos automóveis.</strong></p>
<h3 class="wp-block-image"><strong><em>Todo cuidado com o Covid-19 é pouco.</em></strong></h3>
<p>“<strong>Fique em casa” </strong>é a frase mais repetida da atualidade, por um bom motivo: proteger a sua saúde e a saúde pública.</p>
<p>Por algum motivo importante, você poderá necessitar sair de casa neste período de estado de emergência. Nesse caso, o automóvel é seu melhor amigo (depois do cachorro), o meio de transporte mais seguro por motivos óbvios: permite maior isolamento social.</p>
<p>Ainda assim, usar o carro não p deixa está isento de riscos. A higienização do carro é tão importante como qualquer outro aspecto neste período, em que o inimigo principal tem nome: Covid-19. É por isso que <strong>AUTO&amp;TÉCNICA </strong>traz algumas dicas para tornar seu carro mais seguro.</p>
<h2>SAIA SOZINHO (A)</h2>
<p>O ideal é não sair de casa, mas caso seja realmente necessário, faça isso sozinho. Caso tenha que ter companhia, certifique-se que essa pessoa não apresenta sintomas de infeção respiratória.</p>
<p>Em todo o caso, fica com o contato telefônico das pessoas em causa para, em caso de alerta sintomático, poder ser avisada ou avisar você de uma eventual transmissão infecciosa.</p>
<h2>O QUE DESINFETAR NO CARRO</h2>
<p>Um dos hábitos mais importantes é relativamente fácil de cumprir. Antes de entrar e depois de sair do carro, sempre lave as mãos.</p>
<p>Como o interior da maioria dos carros é composto por vários materiais (tecido, plástico, couro, camurça, carpete etc), é importante usar os produtos e as técnicas corretas para desinfetar um veículo adequadamente. E atenção: carro limpo não é sinônimo de um carro desinfetado. A maioria dos produtos de limpeza para automóveis não elimina fungos, bactérias, vírus e outro tipo de micro-organismos.</p>
<p>Na higienização do carro, as partes que merecem mais atenção são aquelas que estão mais expostas ao contato humano: volante, manopla do câmbio, freio de estacionamento, maçanetas e puxadores das portas, sistema de multimídia, alavancas e botões de controles, rádio, retrovisor, apoio de braços, reguladores dos bancos etc.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wp-image-251219" src="https://www.razaoautomovel.com/wp-content/uploads/2020/03/covid-19-interior-e1585229210833.jpg" alt="" /><figcaption><em><strong>Zonas de risco: estas são as principais superfícies mais sujeitas ao Covid-19.</strong></em></figcaption></figure>
<p>No exterior, há áreas que estão igualmente sujeitas a maior contato. Vidros, puxadores das portas, fechadura do porta-malas, espelho retrovisor e, claro, o bocal de enchimento do tanque de combustível (ou do carregamento das baterias).</p>
<p>Estas são, sem dúvida, as zonas do seu carro que merecem mais atenção para o processo de higienização.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wp-image-251220" src="https://www.razaoautomovel.com/wp-content/uploads/2020/03/covid-19-exterior-e1585229192884.jpg" alt="" /><figcaption><em><strong>No exterior do eu carro também existem áreas propensas à existência do vírus.</strong></em></figcaption></figure>
<p>Mas, como desinfetar não é o mesmo que limpar, é fundamental adequar os produtos que usamos na higienização do carro.</p>
<h2>PRODUTOS PARA DESINFETAR O CARRO</h2>
<p>A “<a href="https://www.consumerreports.org/tires-car-care/how-to-kill-coronavirus-in-your-car-without-damaging-interior-surfaces/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Consumer Reports”</a> aconselha o uso de alguns dos produtos de limpeza que muito provavelmente você já possui em casa, um cuidado muito importante nesta fase. Segundo a Consumer Reports, muitos dos produtos de limpeza que matam o novo coronavírus nas superfícies domésticas também podem ter o mesmo efeito no seu carro, sem danificar os plásticos ou outras superfícies interiores.</p>
<p>Quase todas as superfícies e materiais de um veículo podem ser higienizadas com <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Isopropanol">álcool isopropílico</a>, garante um dos responsáveis da Yanfeng Automotive Interiors, maior fornecedor mundial de peças para interiores de automóveis. As soluções alcoólicas que contêm pelo menos 70% de álcool são eficazes contra o coronavírus.</p>
<p>Ainda de acordo com a Consumer Reports, a lavagem profunda com água e sabão também pode destruir o coronavírus. O Covid-19 tem uma capa protetora, e a destruição dessa camada poderá ajudar a destruir o vírus.</p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wp-image-251161" src="https://www.razaoautomovel.com/wp-content/uploads/2020/03/volvo-xc40-interior-1.jpg" alt="volvo xc40" /><figcaption><em><strong>A Consumer Reports afirma que é possível usar álcool para limpar os estofamentos e outras superfícies macias do carro. Mas atenção para não encharcar os materiais.</strong></em></figcaption></figure>
<p>No caso dos revestimentos de couro, é preciso ter cuidados adicionais. A maioria dos estofamentos de couro tem uma fina camada de revestimento em para proteção. Mas com o passar do tempo, limpar o couro com álcool pode deixá-lo suscetível a danos e descoloração.</p>
<p>A maioria dos couros é tingida, e uma limpeza mais vigorosa pode até remover o corante. Por isso, recomenda-se que a higienização seja feita sem usar muita força.</p>
<h2>PRODUTOS A EVITAR</h2>
<p>Nunca uses peróxido de hidrogênio, a famosa água oxigenada, que provavelmente danificará as superfícies do carro. Também não uses produtos de limpeza que na sua constituição contenham amoniaco. Este produto é altamente desaconselhado, por exemplo, na limpeza das elas touchscreen. Mais uma vez, álcool é o produto mais aconselhado.</p>
<h2>APÓS A HIGIENIZAÇÃO</h2>
<p>Se for possível, após a higienização deixe as portas ou os vidros do carro abertos, para que as superfícies possam secar mais rápido e a umidade possa sair do habitáculo.</p>
<p>Está também disponível no mercado produtos em spray para limpeza das tubulações do ar condicionado e sistema de ventilação dos automóveis. Estes produtos não asseguram a eliminação do Covid-19, mas reduzem a possibilidade do vírus permanecer nas superfícies e tubagens do circuito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #333399;"><em>Fonte: http://autoetecnica.band.uol.com.br</em></span></p>
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		<title>Saiba quando trocar a correia dentada do carro</title>
		<link>https://gruposopecas.com.br/saiba-quando-trocar-a-correia-dentada-do-carro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 15:09:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Correia Dentada]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Manutenção]]></category>
		<category><![CDATA[Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[manutenção]]></category>
		<category><![CDATA[troca de correia]]></category>
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					<description><![CDATA[Qual a hora certa de realizar a troca da correia dentada? A manutenção do carro envolve diversos fatores e pode]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="article-title">Qual a hora certa de realizar a troca da correia dentada?</h4>
<div class="article-content">
<p>A <strong>manutenção do carro</strong> envolve diversos fatores e pode ter algumas particularidades importantes, como a <strong>verificação do óleo, uso do aditivo no</strong> <strong>radiador</strong><strong>,</strong> <strong>troca da correia do alternador</strong>, troca da correia dentada e por aí vai…</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19547" src="https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/repair-1189161_1280-1024x678.jpg" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" srcset="https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/repair-1189161_1280-1024x678.jpg 1024w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/repair-1189161_1280-300x199.jpg 300w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/repair-1189161_1280-768x508.jpg 768w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/repair-1189161_1280.jpg 1280w" alt="troca da correia dentada" width="740" height="490" data-pagespeed-url-hash="1413430635" /></p>
<p>É importante mencionar que esses procedimentos são delicados e não é qualquer profissional que consegue realizá-los com maestria, por isso, atenção ao fazer sua escolha. Para entender melhor o assunto e garantir a proteção do seu veículo, siga lendo esse artigo!</p>
<h2><strong>A importância da correia dentada</strong></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-19464" src="https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/pexels-photo-188777-1-1024x576.jpeg" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" srcset="https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/pexels-photo-188777-1-1024x576.jpeg 1024w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/pexels-photo-188777-1-300x169.jpeg 300w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/pexels-photo-188777-1-768x432.jpeg 768w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/pexels-photo-188777-1.jpeg 1280w" alt="troca da correia dentada - A importância da correia dentada" width="740" height="416" data-pagespeed-url-hash="3738376293" /></p>
<p>Para quem ainda não sabe qual é a real funcionalidade da correia dentada, seu trabalho é sincronizar o virabrequim, peça que faz a transferência de força do motor às rodas e comando de válvulas.</p>
<p>Esse é o processo que realiza o fluxo de gases no interior do cilindro. A manutenção, revisão e troca da <strong>correia dentada</strong> é muito importante, pois, caso ela quebre, danos sérios ao motor podem ser causados.</p>
<p>É importante ficar atento aos prazos de troca e revisão, pois, como seu funcionamento não gera alterações significativas ou perceptíveis no desempenho do carro, não é possível prever ou sentir um eventual rompimento de imediato.</p>
<p>Separamos questões importantes a serem entendidas em relação à peça. Saber a hora de fazer a manutenção é importante, mas identificar alguns sintomas, realizar inspeções visuais e conhecer o custo de troca, caso não haja manutenções possíveis, ajudará no esclarecimento de muitos pontos.</p>
<h2><strong>Há um momento certo para a troca da correia dentada?</strong></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-19548" src="https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/toothed-belt-drive-209677_1280-1-1024x680.jpg" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" srcset="https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/toothed-belt-drive-209677_1280-1-1024x680.jpg 1024w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/toothed-belt-drive-209677_1280-1-300x199.jpg 300w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/toothed-belt-drive-209677_1280-1-768x510.jpg 768w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/toothed-belt-drive-209677_1280-1.jpg 1280w" alt="troca da correia dentada - Há um momento certo para a troca da correia dentada?" width="740" height="491" data-pagespeed-url-hash="2840144341" /></p>
<p>A troca da correia dentada do motor deve ser feita quando o veículo completar 40 mil quilômetros. Caso o carro seja bem cuidado pode ser que a troca amplie-se para os 50 mil.</p>
<p>O período de troca também pode ser mensurado pelo tempo: cerca de 5 anos para realizar a manutenção. Após essa quilometragem ou esse período, mesmo que o carro seja bem cuidado e passe por todas as manutenções possíveis, a correia perde sua eficiência e pode sofrer uma ruptura, o que acarretará problemas para o motor e até em outras peças do carro.</p>
<p>Como via de regra, lembre-se de consultar o manual do carro para saber o que o fabricante do carro indica. Lá contém todas as indicações necessárias para a troca da correia dentada.</p>
<p>Na hora que for realizar a troca da correia dentada, lembre-se de pedir a troca do esticador. Ele é o componente responsável por manter a tensão em níveis adequados e não deixar a correia frouxa. Se houver a troca da correia dentada sem a reposição de um novo esticador, o tempo de vida útil da nova peça será significativamente reduzido.</p>
<h2><strong>Motivos de troca da correia dentada em menor tempo</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19549" src="https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/range-rover-164644_1280-1024x768.jpg" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" srcset="https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/range-rover-164644_1280-1024x768.jpg 1024w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/range-rover-164644_1280-300x225.jpg 300w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/range-rover-164644_1280-768x576.jpg 768w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/range-rover-164644_1280.jpg 1280w" alt="troca da correia do alternador - Motivos de troca da correia dentada em menor tempo " width="740" height="555" data-pagespeed-url-hash="1681899580" /></p>
<p>Quando o carro é usado em situações muito extremas, como quando há muita poeira, zonas de mineração, poluição e afins, essa peça começa a apresentar danos mais rapidamente. Outro exemplo é se há o costume de passar por estradas de terra, que também prejudica a peça.</p>
<h2><strong>Alguns sintomas de problemas na correia dentada</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19550" src="https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/audi-1854056_1280-1024x637.jpg" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" srcset="https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/audi-1854056_1280-1024x637.jpg 1024w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/audi-1854056_1280-300x187.jpg 300w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/audi-1854056_1280-768x478.jpg 768w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/audi-1854056_1280.jpg 1280w" alt="troca da correia dentada - Alguns sintomas de problemas na correia dentada" width="740" height="460" data-pagespeed-url-hash="2054085998" /></p>
<p>Antes de realizar a troca da correia dentada, a peça pode apresentar alguns sintomas de que está com problemas. Se notar um ruído alto e um pouco estridente, semelhante a um rangido vindo da frente do carro, repetidamente, é um sinal de que pode haver um problema na correia dentada.</p>
<p>Isso ocorre por influência de um desajuste, <strong>desalinhamento ou falta de balanceamento</strong>. Neste caso, a única maneira de fazer o barulho parar é realizando a troca da correia dentada ou levando o carro a um mecânico de confiança para que ela possa ser tensionada corretamente.</p>
<p>Outro sintoma bastante comum de defeito pode ser em relação ao superaquecimento. Como a correia dentada ajuda a fornecer energia para resfriar o motor, se houver algum defeito, ela pode <strong>contribuir para o aquecimento do mesmo</strong>.</p>
<p>Assim que ocorrer esse superaquecimento, desligue o carro o quanto antes e leve-o a um mecânico, pois se a correia dentada se romper, certamente poderá causar problemas sérios ao motor. Sem contar os danos que o próprio superaquecimento já pode causar.</p>
<h2><strong>Como saber se a troca da correia dentada é necessária?</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19450" src="https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/pexels-photo-207498-2.jpeg" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" srcset="https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/pexels-photo-207498-2.jpeg 655w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/pexels-photo-207498-2-300x208.jpeg 300w" alt="troca da correia dentada - Como saber se a troca da correia dentada é necessária?" width="740" height="513" data-pagespeed-url-hash="3182043720" /></p>
<p>Antes de realizar a troca da correia dentada, executar alguns procedimentos de diagnóstico ajudam a tomar a decisão correta sobre qual procedimento realizar.</p>
<p>Diante de tantas análises buscando melhorar o diagnóstico para indicar uma possível troca da correia dentada, fazer uma inspeção visual é uma saída simples e que será convertida em bons resultados.</p>
<p>Durante essa inspeção visual é possível descobrir, por exemplo, a situação real da peça e, a partir dessa análise, saber o que está acontecendo e se a troca da correia dentada é o procedimento adequado a ser tomado.</p>
<p>Vale ressaltar que o problema nem sempre está diretamente ligado à correia dentada, ao seu ajuste que ela precisa ter para ficar mais tensionada ou ao ajuste das polias.</p>
<h2><strong>Prejuízos de não fazer a troca da correia dentada</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19551" src="https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/construction-703807_1280-1024x684.jpg" sizes="auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px" srcset="https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/construction-703807_1280-1024x684.jpg 1024w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/construction-703807_1280-300x200.jpg 300w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/construction-703807_1280-768x513.jpg 768w, https://www.minutoseguros.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/05/construction-703807_1280.jpg 1280w" alt="troca da correia dentada - Prejuízos de não fazer a troca da correia dentada" width="740" height="494" data-pagespeed-url-hash="1416939128" /></p>
<p>Não é possível dizer um valor preciso, pois cada carro tem suas particularidades. Em média, os prejuízos que acontecem decorrentes do rompimento da correia dentada são altos, ainda mais se comparados a outras manutenções, podendo variar de R$1.400 a R$4.500, dependendo de quantas válvulas tenha o motor.</p>
<p>Uma boa dica nesse caso é ficar de olho em veículos com 16, 20 ou 24 válvulas. Isso tem um motivo simples: já que seus comandos são mais pesados e exigem mais da peça, o período de troca da correia dentada ou a quilometragem rodada podem ser menores.</p>
</div>
<p><em>Fonte: <span style="color: #000080;">https://www.minutoseguros.com.br</span></em></p>
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		<title>Saiba sobre manutenção em Cambio Automático</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 14:49:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câmbio Automático]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Manutenção]]></category>
		<category><![CDATA[Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Troca de Óleo]]></category>
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					<description><![CDATA[Automatizados, variáveis ou simplesmente automáticos, os câmbios tem diferentes manutenções. Saiba o que checar em transmissões que dispensam o pedal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="materia-titulo">
<h5>Automatizados, variáveis ou simplesmente automáticos, os câmbios tem diferentes manutenções. Saiba o que checar em transmissões que dispensam o pedal de embreagem</h5>
</div>
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<div class="foto componente_materia midia-largura-620"><label class="foto-legenda">Alavanca do câmbio automático de nove marchas da Fiat Toro Volcano (Foto: Marcos Camargo)</label></div>
</div>
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<div class="ctx_content">
<div id="materia-parsed-corpo">
<div class="ctx_content">
<div>
<p>Os carros automáticos são cada vez mais comuns no Brasil. Com tanto trânsito, a procura por esse tipo de transmissão aumentou e os fabricantes agora oferecem, além dos automáticos, os sistemas automatizados. São caixas de câmbio mecânicas, como as manuais, mas oferecem a comodidade de “robôs” para fazer as trocas de marchas e controlar a embreagem.</p>
<p>Os sistemas automáticos, mais caros e mais confortáveis, ainda são os preferidos. Existem também as transmissões CVT (com polias de relações continuamente variáveis, similares as dos scooters). Inicialmente criados para economia de combustível (de até 8% em relação ao sistema mecânico), os CVT também são muito usados em veículos elétricos/híbridos. Tidos como artificiais na condução – o carro parecia solto em uma entrada de curva, por exemplo – hoje estão mais avançados e podem até simular marchas, caso do Renault Fluence.</p>
<p>Com tantas opções de transmissões, existem dúvidas quanto à manutenção e reparos. Se a troca de fluido da transmissão não for seguida com rigor, pode surgir desgaste precoce ou até a quebra da caixa de câmbio.</p>
<p><strong>Não economize</strong></p>
<p>Profissionais de transmissões automáticas são categóricos em relação à troca do lubrificante. É o que diz o especialista Mario Sérgio, da Mariomatic, de São Bernardo do Campo (SP): “Independente do que os fabricantes recomendam para as trocas, prefiro o máximo de 30 mil km rodados (com fluido mineral) e, para os sintéticos, até 50 mil km. Rodar mais do que isso pode sair caro: o desgaste de componentes internos, como os discos de fricção, engrossa o fluído. Se ele já está escuro, é sinal de contaminação e de que já perdeu suas propriedades lubrificantes. Daí, filtros internos se entopem e o lubrificante não circula bem pela transmissão. Neste estágio, o condutor percebe perda de rendimento, trepidações ao arrancar e nas trocas de marchas”.</p>
<p>“Em longo prazo, o óleo cheio de partículas pode até travar um câmbio. O ideal é fazer logo a manutenção antes que os custos aumentem”, relata Mário. Quando o problema fica sério, muitos donos preferem colocar seu automático à venda.</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-300"><img loading="lazy" decoding="async" title="Troca de óleo (Foto: Divulgação)" src="http://s2.glbimg.com/QoI0J8PS2bZ8ZVQsE3MQzrcyxI4=/300x200/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2013/07/03/troca-de-oleo.jpg" alt="Troca de óleo (Foto: Divulgação)" width="300" height="200" /></div>
<p>Embora algumas montadoras indiquem trocas do fluído de câmbio a cada 50 mil km – ou mesmo não trocar, usando um lubrificante lifetime –, Mário alerta: “não recomendo, da mesma forma que acho errado esperar 10 mil km para a primeira troca de óleo do motor, por exemplo. A transmissão automática trabalha em altas temperaturas, em especial no transito carregado, de maneira que fluído não suporta rodar tanto sem substituição”, completa.</p>
<p>Segundo Mário, o fluído deve ser sempre o indicado pela montadora. Só que o custo é mais elevado, se comparado ao lubrificante do motor: cada litro pode passar de R$ 50. “Para trocar o óleo de um Honda Fit com transmissão CVT, se gasta em torno de R$ 300. Parece caro, mas são seis litros, um valor pequeno se comparado a um reparo mais sério na transmissão”.</p>
<p><strong>Temperatura correta</strong></p>
<p>Outro cuidado importante é com o líquido de arrefecimento do motor, a “água do radiador”. Além de refrigerar o motor, ele também mantém a temperatura do fluído das transmissões automáticas. “Se o motor ferver, o câmbio superaquece junto e pode ter componentes avariados. Algo que não ocorre quando o câmbio é manual”, relata José Carlos Finardi, da Oficina Auto Style.</p>
<p>Quase todas as transmissões automáticas têm um filtro ou uma tela que deve ser lavada ou trocada quando se substitui o fluido da transmissão.</p>
<p>Esses cuidados tornam o carro agradável de dirigir, além de durável. “Um cliente meu tem um Fit com a manutenção sempre em dia e já rodou mais de 250 mil km sem ter problemas com o câmbio CVT”, conta Mário.</p>
<p>Também é importante o modo de conduzir o carro automático. “Ficar acelerando e tirando o pé enquanto se espera o farol abrir, arrancar e acelerar forte a toda hora, tudo isso faz a transmissão trabalhar em alta temperatura. Em carros de passeio, por exemplo, não se deve forçar o câmbio ou puxar uma carreta pesada, por exemplo. Quem deixa a transmissão atuar suavemente, com certeza terá maior vida útil”, afirma Mário. Assim, há casos de caixas automáticas muito robustas, como as de sedans Toyota e Honda: “Bem cuidadas, elas podem durar até mais que o motor e o resto do carro”, completa.</p>
<p><strong>Reparo</strong></p>
<p>O custo de reparo de uma transmissão automática é bem mais elevado que de uma mecânica. Num carro mais usado, pode chegar perto do valor do próprio veículo. Um reparo completo de um câmbio automático “simples”, como o de quatro marchas do Honda Civic 1.7 (2005), custa em torno de R$ 4 mil.</p>
<p>Seu conserto, assim como maioria dos casos, exige a desmontagem completa da caixa com a substituição de juntas, anéis, vedadores, discos de fricção etc. Mais raro, pode-se ter de trocar ou remanufaturar o conversor de torque, o que pode acrescer de R$ 250 a R$ 1.500 à conta. Caso o conversor não aceitar reparo, sua troca será ainda mais cara.</p>
<p>Se a transmissão apresenta sinais de trepidação e demora ao arrancar, com trocas de marchas mais “arrastadas”, o ideal é levar logo o carro para revisão, de preferência em oficina especializada em automáticos.</p>
<p><strong>Automatizados</strong></p>
<p>Os câmbios automatizados, às vezes chamados (erroneamente) de automáticos por algumas marcas, são caixas mecânicas com acionamento eletro-hidráulico. Elas contam com vários “motores” que, comandados por uma central eletrônica, acionam a embreagem e engatam as marchas. Tudo acontece em segundos e o funcionamento lembra o de um automático.<br />
Segundo o consultor técnico da Fiat, Ricardo Dilser, “no modo esportivo, por exemplo, toda esta operação se dá em menos de meio segundo”. Ou seja, é um sistema que pode ser mais rápido e preciso do que um motorista mediano.</p>
<div class="tabela-materia componente_materia on">
<table>
<thead>
<tr>
<th>Carro automático usado</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2">Ao procurar um carro automático usado é essencial avaliar o estado da transmissão. Esqueça pequenos amassados e detalhes: em alguns casos, o conserto da caixa pode ser maior que o preço do carro.</p>
<p>Em um automático com muita quilometragem é muito importante rodar com o carro em uma avenida ou estrada com pouco trânsito. Comece posicionando a alavanca em “Drive” e solte o freio do carro sem acelerar: ele deve deslizar sem trancos. Em seguida, com baixa aceleração, o câmbio terá de trocar as marchas suavemente, sem solavancos.</p>
<p>Procure desenvolver maior velocidade – ideal que seja em terceira marcha – e pise no fundo do acelerador. Assim se verifica se a redução de marcha é feita sem trancos ou ruídos. Carros com o câmbio desgastado tendem a perder desempenho e demorar mais para trocar de marchas.  Arrancada lenta e com trepidação geralmente indica desgaste elevado. Veja também se há carimbos de revisões no manual do proprietário ou notas fiscais de manutenção da transmissão.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Embora ainda não tenham todo o conforto de um automático clássico, os automatizados têm custo e manutenção mais barata, quase como a de um câmbio manual. Por isso são usados em carros nacionais mais acessíveis. Na maioria dos automatizados, a embreagem e o platô são os mesmos do cambio mecânico, por exemplo. No motor Fiat E.torQ, a caixa Dualogic tem custo similar para platô e disco, em torno de R$ 350. O que muda é o atuador da embreagem: na caixa automatizada sai por R$ 1.130, contra R$ 430 do cambio mecânico. Segundo especialistas, este atuador tem maior durabilidade do que o usado na caixa manual.</p>
<p>Trocar o lubrificante também tem o mesmo custo – cerca de R$ 30 o litro – e quase sempre não existe filtro.</p>
<p>Segundo Finardi “o maior problema nestes câmbios é superaquecimento decorrente de mau uso. O motorista fica “segurando” o carro no acelerador – geralmente em subidas e ao esperar o sinal abrir. Isso aquece tanto que a transmissão entra em modo de segurança e não deixa o carro sair do lugar. Pode até “colar” a embreagem com esta prática. Mas, é um sistema interessante e a embreagem do automatizado pode durar até mais que a de um câmbio mecânico maltratado por um mau motorista”, completa Finardi.</p>
<p><strong>Módulo de comando</strong></p>
<p>Ainda que mais raro, outro componente que também pode apresentar defeito é o módulo eletrônico da transmissão. Integrado ou não à caixa, um dos sinais de avaria são trancos nas trocas de marchas – algo que causa risco de quebra da transmissão.</p>
<p>Segundo Mário, o melhor é um profissional analisar o problema e, se for o caso, substituir o componente. “Não confio em reparos do módulo. Se ele não funcionar bem, a caixa pode quebrar e o prejuízo é maior”. Um módulo de gerenciamento de um câmbio automático (novo) tem valor mínimo de R$ 4 mil.</p>
</div>
<p><em>Fonte: <span style="color: #000080;">https://revistaautoesporte.globo.com</span></em></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="icpbravoaccess_loaded"></div>
<div id="icpbravoaccess_loaded"></div>
<div id="icpbravoaccess_loaded"></div>
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		<title>5 melhores dicas de mecânica para mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 14:30:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[6 minutos para ler A ida à oficina mecânica é o pior pesadelo de muitas mulheres. Resolver problemas que surgem]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post_single__content">
<div class="post_single__content__reading-time"><em>6 minutos para ler</em></div>
<p>A ida à oficina mecânica é o pior pesadelo de muitas mulheres. Resolver problemas que surgem no carro não é nada fácil quando você não tem afinidade com o assunto e não conhece boas dicas de mecânica. Claro que isso vale também para homens que não se interessam por carros, mas, em geral, nossa cultura estimula muito pouco a relação da mulher com os veículos.</p>
<p>Infelizmente, algumas oficinas mal intencionadas se aproveitam dessa falta de intimidade para tirar proveito da situação. Por isso, o primeiro passo para se proteger e resolver seus problemas mecânicos é procurar um profissional de confiança. É importante também conhecer o seu carro e saber o jeito correto de cuidar e preservar algumas peças dele. Não sabe como fazer isso? Veja nossas cinco dicas!</p>
<h2>1. Fique atenta a barulhos no freio</h2>
<p>Você precisa saber que, na maioria dos casos, não é para existir barulhos em frenagens. Isso porque a pastilha de freio é uma composição de materiais que se gruda ao disco de freio. A única coisa que resulta dessa ação é o calor provocado pelo atrito entre os dois componentes.</p>
<p>Então, se você está dirigindo e escutou um barulho ao pisar no freio, fique atenta. Ele está indicando algum problema. Se for um assobio, pode ser característica da pastilha, pois, dependendo do material empregado em sua fabricação, ela produz tal ruído. Mas, quando o ruído é constante e incomoda, é possível lixar o componente e sanar o barulho.</p>
<p>Caso o barulho no freio seja metálico, o problema é mais sério. Isso indica que a pastilha se desgastou e ficou apenas a base metálica. Ao frear, os dois metais se tocam, produzindo um ruído desconfortável de “ferro com ferro”.</p>
<p>Essa situação é perigosa, pois os dois metais não têm aderência entre si e, com isso, o freio perde eficiência. Assim, se escutar esse tipo de som, corra para uma oficina para efetuar o reparo do freio. O ideal é que a manutenção preventiva seja realizada antes desse barulho, pois, a essa altura, o disco de freio também precisará ser trocado.</p>
<h2>2. Evite o superaquecimento do motor</h2>
<p>Uma das coisas que as mulheres precisam fazer é ler o manual do veículo. Nele você vai encontrar diversas dicas de mecânica, além de outras informações importantes, como o significado das luzes no painel. O superaquecimento do motor, um problema bastante sério, é identificado por meio dessas luzes.</p>
<p>O indicador avisa quando o motor do carro ultrapassa a temperatura ideal de trabalho, que geralmente é acima de 90 graus. Por isso, fique atenta. Se o ponteiro começar a subir e a luz da temperatura acender, pare o carro imediatamente em um local seguro, de preferência em um posto de combustível.</p>
<p>O superaquecimento acontece por falha no sistema de resfriamento. Então, verifique se existe líquido no reservatório do radiador. Se você o completou há pouco tempo e mesmo assim ocorreu o aquecimento, é sinal de vazamento. Já quando o líquido está na marca correta, o problema pode ser na válvula termostática.</p>
<p>Em todo caso, é preciso procurar o mecânico. Continuar rodando com o carro superaquecido é muito perigoso, pois as elevadas temperaturas podem prejudicar diversos componentes e a conta do conserto vai sair bem mais cara.</p>
<h2>3. Não descanse o pé na embreagem</h2>
<p>Esse é um vício que muitos homens e mulheres têm ao volante. A mudança desse hábito pode preservar a embreagem do seu carro. Muitas pessoas deixam o carro engatado no sinal, esperando ele abrir para arrancar, por exemplo. Essa atitude desgasta prematuramente o componente e a troca terá de ser feita antes do esperado. Por isso, evite.</p>
<h2>4. Cuidado com os fluidos do carro</h2>
<p>O veículo tem diversos fluidos fundamentais para seu funcionamento. Eles devem ser verificados frequentemente. Um dos mais importantes é o óleo de motor. Sempre cheque o nível e a viscosidade dele pela vareta. Se a marcação do nível estiver no meio ou abaixo, isso pode indicar vazamento.</p>
<p>Leve o carro à oficina mecânica para investigar. Além disso, é importante realizar a troca do óleo do motor sempre no tempo estipulado, pois rodar com o líquido velho prejudica o funcionamento do veículo.</p>
<p>Outro líquido que merece atenção é o de arrefecimento (ou líquido do radiador). Deixe sempre próximo ao nível máximo. Caso seja necessário completar com frequência, pode existir um vazamento. E, se você não conseguir enxergar o nível por conta da sujeira, está na hora de realizar uma limpeza no sistema.</p>
<p>Por último, verifique o fluido de freio. Esse reservatório também tem marcação para mínimo e máximo. Caso esteja muito abaixo do mínimo, vá a uma oficina, pois completar o nível com óleo diferente pode ser prejudicial ao sistema.</p>
<h2>5. Cuide dos pneus e da bateria</h2>
<p>Outro cuidado básico muito importante é com o pneu do seu carro. Calibre frequentemente (a cada 15 dias) e na pressão indicada no manual do veículo. Circular com o pneu murcho pode danificá-lo, além de consumir mais combustível. Também é importante realizar alinhamento e balanceamento das rodas e o rodízio dos pneus a cada 10 mil quilômetros.</p>
<p>Com relação à bateria, tome alguns cuidados para que ela dure mais tempo. O principal deles é minimizar o esforço na partida do veículo. Para isso, quando for ligar o motor, desligue os faróis, o ar condicionado, o som e qualquer outro equipamento que necessite de energia. O motor de arranque exige bastante da bateria, então, ter outros equipamentos ligados na hora da partida vai sobrecarregar o componente e diminuir sua vida útil.</p>
<p>É sempre bom ter à mão o telefone de uma assistência 24h, para casos de problemas com bateria, quando o carro tem dificuldades para ligar ou simplesmente não liga. A assistência envia um funcionário para dar uma carga na sua bateria e possibilitar que você dirija até um local apropriado para substituí-la.</p>
<p>Viu como aprender dicas de mecânica é importante para conhecer mais o seu carro? Assim, você não fica com medo de sofrer um golpe na próxima vez que ele apresentar algum defeito. Atualmente, a indústria automotiva oferece cursos de manutenção voltados ao público feminino. Vale a pena estudar e entender mais sobre o assunto!</p>
<p>Suas amigas também têm dificuldade para conhecer e resolver os problemas dos próprios carros? Compartilhe este post sobre dicas de mecânica com elas nas suas redes sociais!</p>
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<p><em>fonte: <span style="color: #000080;">https://www.hpoint.com.br</span></em></p>
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